Frank Miller Returns

Ronin
Sin City tornou-o definitivamente num nome conhecido e reconhecido fora da arena dos comics. Frank Miller é um dos maiores nomes deste universo, tendo dado valentes e aclamados empurrões nas “carreiras” de Batman, Elektra, Daredevil ou Wolverine. Como autor foi o criador das graphic novels Sin City, Ronin ou 300, promovendo novos formatos e o seu estilo inconfundível, muitas vezes associado ao film noir.
As suas obras já tinham inspirado várias transições da BD para o cinema e Miller tinha já experimentado a carreira de argumentista com resultados amargos em Robocop, mas foi com Sin City que se estreou na realização, ao lado de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino, na primeira adaptação de uma das suas obras originais. Foi definitivamente, o melhor empurrão que se pode ter no negócio de Hollywood. À primeira Cidade do Pecado seguir-se-ão a segunda e a terceira, 300 já está quase, quase pronto e a fazer crescer água na boca a muita gente, e está confirmado: Ronin já está na calha.
Ronin foi a sua primeira criação original, editada pela primeira vez em 1983, e conta a história de um Ronin, samurai do século XIII, e do seu renascimento na Nova Iorque do século XXI, onde terá que enfrentar a reencarnação do demónio ancestral Agat.
A adaptação para o cinema será em princípio realizada por Sylvain White, o que pessoalmente não é boa notícia, considerando a curta filmografia de que Stomp the Yard e I’ll Always Know What You Did Last Summer constituem metade. Depois da excelente associação de Frank Miller com Robert Rodriguez e Quentin Tarantino e da adaptação de 300, que é um dos filmes mais esperados do ano e que já irradia uma aura que combina culto com blockbuster, basta-nos esperar que Ronin não venha a ser um trágico fim para a “Miller-mania” dos últimos anos.

1 Comentário »

  1. Gabriel Said:

    Com esta nova febre em adaptar BDs ao cinema já nada me surpreende, mas é sempre bom ouvir estas notícias.
    Quanto ao realizador vamos lá ver, nestes casos lembro-me sempre da liga de cavalheiros extraordinários em que a adaptação ao cinema foi horrível, Alan Morre merecia muito mais respeito.


{ RSS feed for comments on this post} · { TrackBack URI }

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: