


A poesia em movimento, a perfeição, intensamente sentida, os sentimentos que emanam da terra e vivem no vento, na pele e no calor dos corpos. Silenciosamente, vidas completas que queimam e elevam as mentes de quem vê e ouve como se tocasse e saboreasse. Novo Mundo que paira etéreo, transcendente, acima da realidade, que nos envolve e aperta o coração com a dor insuportável do que será para sempre inatingível. Ímpar para os que crêem o amor com mágoa permanente.
Trágico, marcante, imaculado e dolorosamente sensível, é O Novo Mundo.
O melhor filme de 2006, uma obra-prima, uma marca que ficará comigo enquanto eu for eu.
Imaculado Novo Mundo
3 Comentários »
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Alexandre Carvalho Disse:
on Fevereiro 27, 2007 at 10:56 pm
Concordo com cada palavra deste post.
Isto sim é estranho, não?
Beijos
Bárbara Novo Disse:
on Fevereiro 28, 2007 at 1:56 pm
E de que maneira…
Rui Rocha Disse:
on Março 3, 2007 at 11:07 pm
Venho por este meio publicitar o meu novo espaço:
http://ofiltro.wordpress.com